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CONTROLE DE ROEDORES

ORIENTAÇÕES PARA CONTROLE DE ROEDORES URBANOS

O controle de roedores baseia-se na constatação simples e objetiva de que a proliferação destes animais ocorre porque o homem fornece, de forma abundante, o que os roedores necessitam para sobreviver: alimento, água e abrigo. Fatores de urbanização, problemas crescentes de disposição de resíduos sólidos, drenagem inadequada de águas pluviais e de construção e tratamento de esgotos também colaboram para um aumento exagerado da população de roedores.

Com alto potencial para transmitir doenças devastadoras, como a leptospirose, hantavirose e salmonelose, os roedores são capazes de consumir cerca de 10% do seu peso por dia, provocar danos profundos em estruturas e instalações, além de comprometerem regras de biossegurança.

A busca de parcerias é um passo importante, considerando que diversos problemas sanitários ultrapassam a esfera do setor da saúde. Nossos profissionais estão capacitados para identificar o problema, definir e redefinir necessidades, escolher as estratégias locais, assim como avaliar o impacto das intervenções realizadas.


PRINCIPAIS ROEDORES DE ÁREA URBANA


Rattus norvegicus (ratazana, rato do esgoto): É o maior das espécies. Abrigam-se em tocas que cavam na terra, em terrenos baldios, nas margens de córregos, lixões, etc.

Rattus rattus (rato de telhado, rato de forro): Possui grandes orelhas e cauda longa. Costuma habitar locais altos como sótãos, forros, etc. Desce ao solo em busca de alimentos e raramente fazem tocas.

Mus musculus (camundongo): O de menor tamanho entre as três espécies. Vive dentro dos domicílios e faz seus ninhos dentro de armários, dispensas, etc. É presa fácil de ratoeiras.


PROGRAMA DE CONTROLE

Um programa de controle de roedores deve ter como base o diagnóstico do município quanto à prevalência das espécies existentes, grau de incidência de doenças por eles transmitidas, assim como as condições socioeconômicas e sanitárias da cidade em questão. O planejamento também deve incluir o levantamento e a aquisição de material necessário, seleção e contratação de recursos humanos.

METODOLOGIA

Os roedores ao longo dos anos criaram uma incrível habilidade de resistir e se adaptar a diferentes condições de meio sendo sua população determinada pelas condições do ambiente onde vivem. O combate se baseia cada vez mais no conhecimento de sua biologia, de seus hábitos comportamentais, suas habilidades e capacidades físicas. Apoia-se, também, no exame e conhecimento do meio ambiente onde os roedores a serem combatidos estão localizados.

Desta forma para pensarmos em controle de roedores temos que pensar em um "manejo integrado" conforme descrio a seguir, que prevê um controle do ambiente como agente de diminuição da população de roedores.

INSPEÇÃO: Observar o local em busca de indícios que denunciem a presença de ratos, buscando sempre estabelecer uma relação entre os sinais encontrados e possíveis rotas usadas pelos ratos, locais que sirvam de abrigo e possíveis fontes de alimentos;

IDENTIFICAÇÃO: A identificação da(s) espécie(s) infestante(s) na área alvo é importante para se obter informações sobre sua biologia, hábitos e habilidades. Tais conhecimentos são indispensáveis facilitando o planejamento das ações de combate;

MEDIDAS PREVENTIVAS E CORRETIVAS (anti-ratização): É o conjunto de medidas preventivas e corretivas adotadas no meio ambiente que visam impedir e/ou dificultar a implantação e expansão de novas colônias de roedores. Algumas dessas medidas são corretivas do meio ambiente e visam a retirada de certas condições que estão facilitando a infestação dos roedores. Por exemplo:

   • Correto acondicionamento do lixo (dentro de sacos plásticos e em lixeiras com tampas);
   • Nunca jogar lixo a céu aberto ou em terrenos baldios;
   • Canalização de córregos a céu aberto;
   • Manter terrenos baldios limpos e murados;
   • Uso de ralos e telas metálicas vedando locais de acesso dos roedores para os ambientes internos;
   • Manter limpas as instalações de animais domésticos e não deixar a alimentação exposta onde os ratos possam ter acesso, principalmente à noite;
   • Evitar acúmulo de entulhos próximos às residências, etc.

De importância fundamental é a educação da comunidade envolvida, isto é, mudar costumes e hábitos das pessoas como: jogar restos de alimentos, entulhos, papéis na rua, terrenos baldios, bueiros, espaços vazios em locais públicos, etc

DESRATIZAÇÃO

É a utilização de processos capazes de produzir a eliminação física dos roedores infestantes. Pode-se utilizar ratoeiras, armadilhas e outros dispositivos de captura, como também processos químicos onde são utilizadas substâncias chamadas de rodenticidas.

AVALIAÇÃO E MONITORAMENTO

É necessária a avaliação dos resultados com um acompanhamento posterior para evitar seu recrudescimento. São necessárias inspeções periódicas para identificar os sinais clássicos de presença de roedores: materiais roídos, trilhas, manchas de gorduras, fezes, etc.

EFEITO BUMERANGUE

Um fenômeno aparentemente desconcertante é o aumento do número de roedores, após alguns meses onde tenha sido praticada uma operação de desratização. Esse fenômeno tem base biológica e é sempre resultante de uma intervenção errada executada pelo homem.


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